domingo, 6 de setembro de 2020

CANTORAS BRASILEIRAS: 10 GRANDES NOMES DA MÚSICA NACIONAL

 CHIQUINHA GONZAGA


Por muito tempo, a mulher só apareceu na música pelos olhos masculinos. Foi um longo processo até que elas conquistassem seu espaço nas letras e nos palcos. A primeira mulher profissional da música no Brasil foi Chiquinha Gonzaga, que inventou o gênero marchinha de carnaval lá em 1899. Depois dela, o número de mulheres ajudando a construir vários estilos musicais foi se tornando cada vez maior. Aliás, existem várias mulheres incríveis na nossa música que todo mundo precisa conhecer! Que tal relembrar mais cantoras brasileiras antigas que marcaram para sempre a história da música? Com estilos às vezes semelhantes, às vezes muito diferentes, cada uma delas tem seu lugar de destaque. Elas deixaram marcas que fazem da música brasileira o que ela é hoje!

ELIS REGINA


Nasceu em Porto Alegre, em 1945. Começou a cantar nas rádios ainda adolescente, se inspirando nas grandes musas da época. Apesar de suas influências terem vindo da bossa nova e das cantoras do rádio, Elis criou um jeito novo de interpretar e ficou conhecida pela carga emocional que colocava nas músicas. Ela interpretou e consagrou canções de compositores que na época ainda não eram famosos, como Belchior, Milton Nascimento, Ivan Lins e Renato Teixeira. Sua parceria com Tom Jobim rendeu vários trabalhos marcantes, como a música Águas de Março, que ficou famosa dentro e fora do Brasil. Elis recebeu 5 vezes o Troféu Imprensa de melhor cantora e foi eleita a melhor voz feminina da música brasileira pela Revista Rolling Stone em 2013. Ela ajudou a fundar o que hoje conhecemos como MPB, sendo a primeira mulher a se destacar nos festivais de música popular.

GAL COSTA


Nasceu no mesmo ano que Elis, mas no outro extremo do país, lá em Salvador. A música sempre esteve presente em sua vida: ela chegou até a trabalhar como balconista em uma loja de discos. Ao lado de nomes como Caetano Veloso e Maria Bethânia, Gal ajudou a construir o cenário da música na Bahia. Transitando entre bossa nova, samba, música psicodélica e MPB, teve participação importante no movimento tropicalista e ficou conhecida como musa da tropicália. Gal desafiou os padrões conservadores sobre a mulher na década de 60, abusando de sua sensualidade. Além disso, ela também desafiou os padrões da própria MPB ao misturar a sonoridade do rock em algumas de suas músicas. Seu primeiro grande sucesso foi Baby, composição de Caetano Veloso, que se tornou um clássico da música brasileira.

BETH CARVALHO


Ficou conhecida como madrinha do samba por ter ajudado a revelar grandes nomes do estilo, como Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho. Nascida no Rio de Janeiro em 1946, ela começou a carreira na música como professora de violão. Beth quebrou barreiras no samba e ajudou o estilo tradicionalmente brasileiro a crescer e se espalhar pelo mundo. Ela fez shows em diversos países e chegou a representar o Brasil na Olimpíada Mundial da Canção, em Atenas, Grécia. Seu primeiro grande sucesso foi Andança, apresentada no Festival Internacional da Canção de 1968, e até hoje é uma de suas músicas mais ouvidas. Com problemas de saúde, a cantora chegou a se apresentar deitada e cumpriu seu compromisso de cantar até o fim — Beth Carvalho faleceu no dia 30 de abril de 2019, deixando uma extensa obra cheia de sucessos.


MARIA BETHÂNIA


É de Santo Amaro, no interior da Bahia. Ela se mudou para Salvador para estudar e foi lá que começou sua carreira nos palcos, se apresentando ao lado de outros artistas iniciantes, como Gal Costa e Gilberto Gil, e de seu irmão Caetano Veloso. Foi em uma dessas apresentações que ela conheceu Nara Leão, na época já um grande nome da bossa nova. Quando Nara precisou se afastar do espetáculo Opinião por problemas de saúde, convidou Bethânia para assumir seu lugar — de cara, a cantora já interpretou seu primeiro sucesso, a música Carcará. Maria Bethânia ganhou destaque no começo de sua carreira por ter uma voz forte e imponente. Além disso, ficou conhecida por questionar os padrões de beleza da época, se apresentando com os cabelos soltos e volumosos, roupas largas e pés descalços.


ALCIONE


Filha de um professor de música, Alcione aprendeu a tocar trompete e clarinete aos 9 anos de idade. Aos 12, a sambista já se apresentava profissionalmente em São Luís, sua cidade natal. Se formou professora por exigência do pai, mas logo em seguida se mudou para o Rio de Janeiro para se dedicar à carreira musical. A rainha do samba é dona de vários grandes sucessos, como Meu Ébano. A música Não Deixe o Samba Morrer, composta por Edson Conceição e Aloísio Silva e gravada por Alcione em 1975, virou um clássico do samba e já foi regravada por vários artistas. Em uma entrevista recente, questionada sobre os diferentes discursos sobre a mulher que suas músicas trazem, Alcione afirmou que todas essas mulheres existem em algum lugar, que cada uma delas tem uma história diferente e que a vida tem espaço para todas elas.


ELZA SOARES


Teve que se casar aos 12 anos de idade, passou fome, viu quatro filhos morrerem e teve uma filha sequestrada que ficou anos desaparecida. A cantora também teve sua casa atacada durante a ditadura militar e precisou passar seis anos fora do Brasil. Com tantos dramas, a música e a história de Elza foram vistas por muito tempo como sinônimo de sofrimento, até que ela decidiu mudar de vez essa imagem. Com voz e postura imponentes, ela se mostrou uma mulher forte e empoderada, disposta a usar sua imagem para encorajar outras mulheres. Hoje, ela canta sobre feminismo e sobre preconceito racial, entre outras questões sociais. Sua música Mulher do Fim do Mundo foi tema da série brasileira 3%, e é hoje uma de suas canções de maior sucesso.


RITA LEE


Desde o início de sua carreira, Rita Lee cantou sobre temas inéditos envolvendo a feminilidade e o papel da mulher, e usou suas músicas para homenagear outras mulheres icônicas da história brasileira, como Luz del Fuego, Patrícia Galvão e Leila Diniz. Ela alcançou a fama como vocalista da banda Os Mutantes no fim da década de 60, mas foi em carreira solo que se consagrou como rainha do rock. Rita se aposentou dos palcos em 2012, aos 65 anos de idade, e afirma que agora está lidando com o maior tabu feminino da atualidade: o envelhecimento. Agora Só Falta Você foi um dos singles do álbum Fruto Proibido, lançado em 1975 e até hoje considerado um dos maiores marcos na história do rock nacional.

ELBA RAMALHO


Começou a carreira musical como baterista. Nascida na Paraíba, ela se mudou para o Rio de Janeiro para investir na música, mas acabou se tornando atriz de teatro. Viveu da atuação até o fim da década de 70, quando sua carreira musical finalmente começou a emplacar. Hoje ela é bicampeã do Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Regional. Elba Ramalho foi responsável por ajudar a disseminar a música nordestina por todo o Brasil. Bate Coração foi um de seus primeiros sucessos a entrar nas paradas musicais e ainda é uma de suas músicas mais ouvidas.

FAFÁ DE BELÉM


Ficou conhecida por todo o Brasil em 1975, quando sua música Filho da Bahia fez parte da novela Gabriela. Antes disso, ainda adolescente, ela fugia de casa para se apresentar escondida dos pais nos bares de Belém. Fafá participou ativamente do movimento Diretas Já, se apresentando gratuitamente nas passeatas. Foi nessa época que sua interpretação do Hino Nacional Brasileiro ficou famosa. Uma de suas músicas mais ouvidas é Vermelho, que ela usa como uma homenagem à Amazônia e aos povos indígenas.

CÁSSIA ELLER


Mais uma cantora da lista que nos deixou antes da hora, Cássia Eller foi um ícone do rock brasileiro. Antes do sucesso, ela trabalhou em duas óperas de Brasília como corista, tocou samba e cantou em um grupo de forró. Cássia se mudou sozinha para Belo Horizonte aos 19 anos, e seu primeiro emprego na capital mineira foi como servente de pedreiro, além de cantar nos barzinhos, é claro. Sua carreira decolou em 1989, depois que ela gravou uma versão da música Por Enquanto, composição de Renato Russo. Com sua postura intensa no palco, ela interpretou canções de grandes compositores, como Cazuza, Chico Buarque e Nando Reis, com quem teve uma parceria de muito sucesso. Apesar de suas várias músicas famosas, não dá pra falar em Cássia Eller sem lembrar de Malandragem. Essas são algumas das mulheres que marcaram a história da música brasileira. Gostou do texto? Que tal ouvir um pouquinho mais de MPB?

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

OS SHOWS INTERNACIONAIS CONFIRMADOS EM 2020 NO BRASIL


O calendário de shows internacionais que passarão pelo Brasil no ano que vem já está formando uma lista impressionante de artistas, que passa por diversos gêneros, desde o metal até o mais puro pop. Para facilitar a busca, compilamos abaixo a lista com as atrações já oficializadas, que será atualizada de acordo com novas confirmações. 

BLACK FLAG - MARÇO:



O show do Black Flag que estava programado para acontecer em São Paulo em julho de 2019 passou para março de 2020. O grupo, que traz apenas Greg Ginn da formação original, se apresentará no Carioca Club no dia 8, e os ingressos estão disponíveis através do site Pixel Ticket.

BACKSTREET BOYS - MARÇO: 


O Backstreet Boys retornará ao Brasil com a DNA World Tour, que divulga o seu último álbum, DNA, seu décimo disco e décimo trabalho a entrar nos Top 10 dos EUA - leia a crítica de DNA. A boy band se apresentará em março em três cidades do Brasil: Uberlândia, no dia 11, na Arena Sabiazinho, Rio de Janeiro, no dia 13, na Jeunesse Arena, e São Paulo, dia 15, no Allianz Parque. Os ingressos estão à venda no Ingresso Rápido.

THE HELLACOPTERS - MARÇO:


A banda sueca The Hellacopters voltará ao Brasil pela primeira vez em 16 anos, apresentando hits de toda sua carreira incluindo o seu último álbum, Head Off, lançado em 2008.  O grupo se apresenta no Fabrique Club no dia 14 de março, e os ingressos estão disponíveis no Grupo do Ingresso.

SAMMY HAGAR & THE CIRCLE - MARÇO:




O ex-vocalista do Van Halen, Sammy Hagar, e a sua banda The Circle, formada pelo baixista Michael Anthony, o baterista Jason Bonham e o guitarrista Vic Johnson, confirmaram passagem pelo Brasil em março. A apresentação do grupo será marcada por hits do Van Halen e toda carreira do vocalista, e ainda alguns clássicos do Led Zeppelin, se aproveitando do filho de John Bonham na banda. Os shows acontecem no Rio de Janeiro, no dia 18 de março, no Vivo Rio, em Porto Alegre, no dia 20, no Pepsi on Stage, e em São Paulo, dia 22, no Espaço das Américas. Os ingressos estão disponíveis no site Freepass.

MAROON 5 - MARÇO:


O Maroon 5 trará a sua turnê ao Brasil em março de 2020. A banda tocará em São Paulo em 1º de março, no Allianz Parque, em Brasília, no dia 3, no Estádio Mané Garrincha, no Recife, no dia 5, no Esplanada do Classic Hall, e no Rio de Janeiro, no dia 7, na Área Externa da Jeunesse Arena. Ingressos estão disponíveis através do site Eventim.

MCFLY - MARÇO:


A turnê de reunião do McFly virá ao Brasil para sete shows que acontecerão em março. Os shows acontecem entre 19 e 29 de março em Uberlândia, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Ingressos e mais informações estão disponíveis no Tickets for Fun.

METALLICA COM GRETA VAN FLEET - ABRIL:




O Metallica passará pelo Brasil em abril, tocando em quatro cidades brasileiras e trazendo o Greta Van Fleet como banda de abertura. Divulgando o último álbum, Hardwired... to Self-Destruct, o grupo se apresenta em Porto Alegre (21 de abril), Curitiba (23 de abril), São Paulo (25 de abril) e Belo Horizonte (27 de abril).  Os ingressos estão disponíveis no site Eventim.

LOLLAPALOOZA - ABRIL:


O Lollapalooza ainda não divulgou o seu line-up, mas o festival que acontece em São Paulo em 3, 4 e 5 de abril geralmente reúne nomes de diferentes pesos e gêneros. As especulações até agora são que The Strokes e Guns N' Roses estejam entre os headliners.  A venda de ingressos para o Lollapalooza já está disponível no site oficial do evento.

KISS - MAIO:


O Kiss fará seis apresentações no país em maio de 2020, nas cidades Porto Alegre (12 de maio), Curitiba (14 de maio), São Paulo (16 de maio), Ribeirão Preto (17 de maio), Uberlândia (19 de maio) e Brasília (21 de maio). Os ingressos para as apresentações em São Paulo, Ribeirão Preto e Uberlândia estão disponíveis no site da Ingresso Rápido, enquanto as demais estão no site Uhuu.

NIGHTWISH - MAIO:


O Nightwish retornará ao Brasil em maio para apresentar um álbum novo, que ainda não teve detalhes revelados. O sexteto, atualmente formado com a vocalista Floor Jansen, passará por São Paulo no dia 9, no Espaço das Américas, e pelo Rio de Janeiro, no dia 10, no Vivo Rio.  Ingressos para a apresentação em São Paulo estão à venda na Ticket 360 e para o show no Rio de Janeiro ingressos estão disponíveis através do Eventim.

BILLIE EILISH - MAIO:


A nova sensação do pop alternativo, Billie Eilish confirmou duas datas no Brasil, onde se apresentará em estádios em São Paulo e no Rio de Janeiro. Trazendo a turnê Where Do We Go?, a cantora divulga o seu primeiro álbum, When We All Fall Asleep, Where Do We Go? Os shows acontecem em São Paulo, no dia 30 de maio, no Allianz Parque, e no Rio de Janeiro, no dia 31 de maio, na Jeunesse Arena. Os ingressos estarão à venda no site Eventim.

TAYLOR SWIFT - JULHO:


A Taylor Swift finalmente anunciou a sua primeira vinda ao país, para um show único que acontecerá em São Paulo, em 18 de julho, no Allianz Parque. Na data, a cantora trará a turnê de seu novo álbum, Lover, mas não deve deixar de fora hits de seus maiores discos. Os ingressos entram em pré-venda em 22 de outubro e a venda geral começará no dia 25, através do Tickets For Fun.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

AEROSMITH ARREBENTA NO GRAMMY COM RUN - DMC


O Rock esteve presente na última edição do Grammy Awards, que aconteceu neste domingo (26), graças ao Aerosmith.

A banda foi uma das atrações da noite celebrando sua carreira com dois hits bastante conhecidos do público. Além de tocar “Livin’ on the Edge”, canção de 1993, o grupo de Steven Tyler também relembrou a ótima “Walk This Way”.

O Run-DMC se uniu aos caras no palco e ainda homenageou Kobe Bryant, lendário jogador de basquete que morreu na manhã deste domingo. Os membros entraram no cenário com a camisa 24 dos Lakers, na qual Bryant se aposentou.

Ainda durante a apresentação, Tyler cantou um trecho da música com Lizzo, cantora que saiu vitoriosa da premiação, e mandou um “I fuckin’ love you!” pra ela.

Assista ao vídeo abaixo!


segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

BRASILEIRA É 1ª ARTISTA NA HISTÓRIA A LANÇAR MÚSICA COM PERFORMANCE HOLOGRÁFICA


Cantora e compositora Laura Rizzotto produziu música através de uma performance volumétrica em realidade aumentada; tecnologia foi desenvolvida por empresa da Califórnia. Imagine-se deitado no sofá de casa e o seu ídolo na sua frente, cantando e dançando só para você.

Ou quem sabe no seu parque predileto, na praia deserta ou na festa entre amigos. A tecnologia já nos presenteia com esses 'truques', apesar da projeção ser virtual, em forma de holograma, e o calor humano sentido apenas pelo embalar da performance.

A cantora e compositora brasileira Laura Rizzotto é a primeira artista no mundo a lançar uma música através de uma performance volumétrica em realidade aumentada. A empresa Metastage, com sede na Califórnia, desenvolveu um aplicativo que, instalado no celular, pode levar a Laura para cantar onde o usuário quiser.

"Eu topei de primeira, porque quando vi o projeto pensei: nossa isso vai mudar toda a indústria de entretenimento, só de você poder ver algo tão realista, tão próximo. É também uma outra maneira de o artista se conectar com seus fãs e de você compartilhar uma experiência, porque depois da experiência virtual a performance vira o que você quiser.

O legal é que a gente fez história com esse lançamento, que é a primeira música nova a ser lançada com uma performance volumétrica, esse holograma em realidade aumentada", diz Laura. Pelo aplicativo Metastage é possível assistir a dois clipes da cantora. O primeiro é com a música que está sendo lançada agora, "One More Night" (Uma Noite Mais).

O segundo clipe é de seu maior sucesso até hoje, a canção "Funny Girl" (Garota Engraçada), com a qual a brasileira participou do Eurovisão, maior festival de música do mundo, representando a Letônia, país de sua ascendência paterna. Apesar de estar acostumada com os palcos, que frequenta há pelo menos 10 anos, a cantora de 25 anos teve que encarar mais de uma centena de câmeras em 360 graus para se transformar em holograma.

"É outro mundo, porque quando eu estou fazendo performance para um videoclipe, estou olhando para uma câmera e tem um foco. Para essa nova experiência foram 106 câmeras em volta de mim, em todos os ângulos possíveis. Você tem que estar no personagem o tempo inteiro e tem que ser gravado em um take só, sem cortes, não pode ter nenhum erro, além de estar sincronizado com a voz".

Trabalho em Família

Laura conta que teve dias que trabalhou 16 horas. Tanto na parte técnica quando criativa, ela tem o apoio da irmã, Carolina Rizzotto, que trabalha com realidade virtual e aumentada e é uma das produtoras do aplicativo. "Eu não diria que está no início dessa tecnologia, porque a realidade aumentada e virtual é algo que está sendo discutida há muitos anos.

Mas há muito para melhorar nessa tecnologia. Há certas limitações que podem ser melhoradas, isso nas várias empresas da área do mundo inteiro, e é esse o desafio. Quando você trabalha com uma tecnologia tão nova, tem que justamente puxar e empurrar os limites e ir além do que já foi oferecido até agora", comenta a produtora.

Carolina, que é também produtora de conteúdo, registrou em vídeo o longo processo por detrás das câmerase o passo a passo de como usar o aplicativo. As irmãs Rizzotto contam que os fãs já começaram a enviar a releitura dessa experiência e mandam vídeos criativos mostrando como a arte se transforma na mão do espectador.

"Teve um pessoal aqui em Los Angeles que fez vários vídeos engraçados. Na cozinha, pegaram bomba de encher pneu de bicicleta e me fizeram crescer. Também me colocaram para dançar na catedral de Milão, outros agora estão aprendendo a coreografia, já que dá pra me ver dançando em vários ângulos.

O pessoal está ficando criativo", conta Laura. A empresa Metastage, com sede na Califórnia, desenvolveu um aplicativo e com ele no celular o usuário pode levar a Laura para cantar onde quiser.



Sobre a Cantora

Laura Rizzoto é carioca, de Ipanema, canta desde criança, mas começou a se apresentar profissionalmente aos 15 anos já com canções próprias, na noite do Rio de Janeiro. Aos 16, assinou o primeiro contrato para gravação de CD autoral com a Universal Music do Brasil.

Mora há oito anos nos Estados Unidos onde fez faculdade e mestrado em Música, na Universidade de Columbia. Agora, tenta a carreira em Hollywood e já tem mais de 100 canções originais publicadas, a maioria em inglês.

"Toda carreira tem suas dificuldade e eu sempre soube que teriam obstáculos, vejo isso como parte natural do processo, não como um problema. Também acho que estar aqui mudou muita coisa para mim porque eu estou rodeada de gente criativa, que quer fazer o que eu também quero o tempo inteiro, com visões de mundo diferentes.

Los Angeles realmente é o coração da indústria de entretenimento, o pessoal vem do mundo inteiro para poder estar aqui, pra criar. Você estar rodeado dessa energia é maravilhoso. É muito ralação, é! Mas eu não vim aqui para estar de férias", finaliza Laura.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

24 COISAS QUE VOCÊ VAI GOSTAR DE SABER SOBRE MÚSICA


1 – Não gostamos da versão original de uma música porque ela é melhor, mas sim porque foi a primeira que escutamos;

2 – Sua música favorita possivelmente só ocupa esse lugar porque você a associou com algum evento emocional da sua vida;

3 – As batidas do seu coração costumam seguir o ritmo da música que você ouve;

4 – Flores crescem mais rapidamente quando são expostas à música;

5 – Elvis Presley não escreveu nenhuma de suas músicas;

6 – O tipo de música que você ouve afeta diretamente a forma como você enxerga o mundo;

7 – Os Beatles se chamavam Johnny and the Moondogs;

8 – O instrumento musical mais caro do mundo, um violino Stradivarius, foi vendido em 2011 por US$ 15,9 milhões;

9 – Ambientes com música alta acabam fazendo com que as pessoas bebam mais em menos tempo;

10 – A música “Jingle Bells” foi originalmente escrita para celebrar o dia de Ação de Graças;

11 – A música ativa as mesmas regiões cerebrais que ficam ligadas durante o sexo, liberando dopamina;

12 – A única banda que já tocou em todos os sete continentes é  o Metallica;

13 – Michael Jackson comprou os direitos da maioria das músicas dos Beatles em 1985. Na época, ele pagou US$ 47,5 milhões – hoje, valem US$ 450 milhões;

14 – O astronauta Chris Hadfield gravou o primeiro CD de músicas feitas no espaço em 2015 – vale muito a pena ouvir;


15 – A fantástica “Under Pressure” foi escrita por David Bowie e os membros do Queen dentro de 24 horas, durante uma maratona de vinho e cocaína;

16 – O piano tocado por Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody” é exatamente o mesmo que Paul McCartney tocou em “Hey Jude”;

17 – Apenas uma em cada 10 mil pessoas tem a capacidade de reconhecer uma nota musical apenas ouvindo;

18 – O país do mundo com mais bandas de heavy metal per capita é a Finlândia;

19 – A cantora Enya já vendeu mais de 100 milhões de álbuns, mas nunca fez uma turnê;

20 – 5% das pessoas do mundo têm uma aversão natural à música: se chama “anedonia musical”;

21 – Entre os anos de 1912 e 1948, música, pintura, poesia, literatura e arquitetura faziam parte dos Jogos Olímpicos;

22 – Em 2016, Mozart vendeu mais CDs do que Beyoncé;

23 – Em 1997, Kenny G quebrou um recorde do Guinness por ficar 45 minutos e 47 segundos tocando a mesma nota em um saxofone;

24 – Cantar em grupo com os amigos já é comprovadamente uma atividade que diminui os níveis de estresse, alivia a ansiedade e faz o corpo liberar endorfinas. Bora chamar a galera para curtir um karaokê?

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

ENTREVISTA - KAKÁ CAMPOLONGO


Primeiramente vou esclarecer como eu conheci o Kaká. A primeira vez que o vi, não foi no melhor dia da minha vida, pelo contrario, era um dia muito triste e chato de se estar vivendo naquele momento. Foi no dia da missa de 7º dia do Maestro, Andre Matos...

Fomos apresentados na saída da igreja, por amigos em comum, ali fãs reunidos se consolavam com a dor que nos tomava por completo, com a perda repentina do Andre. Ficamos um pouco mais, após o encerramento da missa. Tentando buscar formas de fazer mais homenagens ao ídolo tão estimado, e então resolvemos soltar a voz ao entoar “Innocence – Shaman”.

Ual tamanha minha surpresa quando o Kaká cantou e soltou a voz! Eu já havia recebido alguns vídeos dele cantando, ou visto algo pelo facebook, mas confesso nada que eu tivesse dado muita importância, ate mesmo pelo fato de não conhece-lo.

Após esse encerramento fomos em um pequeno grupo de amigos mais chegados, almoçar juntos, e relembrar as coisas e lembranças boas sobre o Andre, o Kaká estava nesse grupo. Então passamos ali algumas horas conversando nos conhecendo confraternizando dividindo lembranças e momentos. E assim vim a conhecer sobre seu trabalho como musico, estivemos em um grupo de amigos no WhatsApp, ao qual no dia a dia trocávamos brincadeiras, papos animados, e links de musicas, vídeos etc.

O Kaká sempre enviava links dos trabalhos que desenvolvia, e eu comecei então a assistir seus vídeos de musicas covers e pensava comigo “Ele deveria ter algo próprio”, mas nunca comentei, ate que comecei a receber links ou vídeos do seu trabalho pessoal, e me encantei quando chegou pra mim, sobre seu trabalho com este EP “Tupã – Terra Nova”. Eu tive vontade de saber mais, e preparei a entrevista a seguir, assim eu e você podemos conhecer mais deste talento que estou vendo surgir: 


NOME ARTISTICO? 
Kaká Campolongo 

DATA DE NASCIMENTO? 
13/07/1988 (canceriano, estava na cara) 

COMIDA PREFERIDA? 
Fico entre Pizza e Strogonoff, difícil decidir kkk 

BEBIDA? 
Soda Limonada



MÚSICA PREFERIDA DE TUPÃ? 
Difícil escolher entre um de seus filhos (sim considero cada música, cada composição, como um filho) gosto de todas, cada uma tem algo em especial. Adoro a introdução de “Terra Nova”, o solo da “Filho da Liberdade”, o peso na “Tupã”, o refrão de “Espelho D’água” e a melodia de “7 Sinais”, então vou responder de acordo com o feedback que tenho recebido nos últimos dias, e a preferida da galera que tem vindo falar comigo é “Espelho D’água”. 

SUAS BANDAS PREFERIDAS? 
Iron Maiden, Angra, Shaman, Helloween e Dream Theater. Meu Top 5, mas com certeza, poderia ficar falando horas sobre a quantidade de música que consumo, inclusive fora do rock/metal. 

O QUE FAZ NAS HORAS VAGAS COMO APROVEITA A VIDA? 
Não tenho tido muitas horas vagas, mas sempre que posso, gosto de jogar vídeo game, escrever, compor, e música faz parte de todos estes momentos, eu respiro música, estou ouvindo música neste exato momento, enquanto respondo essas perguntas. 

SEUS PLANOS FUTUROS COM O DISCO? 
Acabei de lançar o EP nas plataformas digitais, mas é uma vontade muito grande ter o disco em mídia física também. É um trabalho 100% autoral, onde compus todas as musicas, todas as letras, gravei guitarras, baixo, teclados, vozes, compus a bateria, fiz todo o arranjo e inclusive a produção, criei o logo, a capa, e tudo em uma maratona de 16 dias, no período de férias. O EP estava engavetado desde dezembro de 2016, masterizei em 2017, e só agora consegui lançar. Então tenho muito carinho por este trabalho, e espero poder colocá-lo na estrada em breve.



SUA OPINIÃO SOBRE AS BANDAS AUTORAIS DE MODO GERAL?
Há inúmeras bandas ótimas que fazem som autoral e nadam todos os dias contra a maré, enfrentam a falta de oportunidade do mercado fonográfico que pouco ou nada investe no estilo, buscam cada dia um espaço que praticamente inexiste, o foco do público e da cena em geral, acaba sendo as bandas covers, ou apenas os grandes nomes. Já vi muitas bandas com som de qualidade e um trabalho incrível, nascerem e morrerem no anonimato, por falta de oportunidades.


COMO SURGIU A IDEIA DO DISCO? QUEM FEZ AS COMPOSIÇÕES? 
Eu estava cursando História, em meio a tantas leituras e conteúdo, as ideias borbulhavam, e comecei a analisar a História contada nas escolas e aquilo que aprendíamos na faculdade, que eram visões totalmente diferentes, e assim como temos tantas canções com tema histórico, vide Iron Maiden; achei que seria interessante essa temática, mas com a nossa história, e sendo assim, decidi manter tudo em terras brasileiras, inclusive o idioma, o que foi um grande desafio, e fico contente quando recebo elogios inclusive nesta questão. Comecei então a escrever as letras e compor as músicas, a ideia era montar uma banda, mas ao perceber que eu estava criando todo o material sozinho, decidi seguir só eu mesmo. Então, como falado anteriormente, é um trabalho 100% autoral, das letras, músicas, gravação, até a capa.


COMO ESTÃO OS CONVITES PARA SE APRESENTAR? 
Bem, eu fiquei um período de 10 anos longe dos palcos, voltei de fato em abril deste ano, quando me apresentei na Temple of Shadows in Concert, ao lado do Edu Falaschi, cantando a música “Temple of Hate”, depois tive a honra de participar do Workshow do Luis Mariutti & Ricardo Confessori, produzido pelo Mariutti Team, cantando “Speed” do Angra, ainda ao lado do Rafael Bittencourt e o guitarrista Mayki Fabiani. Essa apresentação rendeu o convite para participar do Tributo ao Andre Matos, aqui em São Paulo, no Fabrique Club, onde cante a “Pride”, numa noite repleta de ótimos músicos participei também do projeto “Piano e Voz” do Alax William, vocalista da Confessori Band, e recentemente, em mais um evento produzido pelo Mariutti Team, participei do Halloween do Rafael Bittencourt. Considero todos momentos muito especiais, e grandes conquistas, ainda mais, porque voltei a cantar apenas em abril deste ano, espero que o trabalho apresentado até então tenha agradado e que mais apresentações apareçam pela frente!!! 



COMO VOCÊ ACHA QUE A MUSICA AUTORAL É VISTA/TRATADA PELOS CONTRATANTES, VOCÊ ENCONTRA MUITAS DIFICULDADES OU A REDE DE CONTATOS E SUFICIENTE? 
Um assunto bastante complexo, mas já explanei um pouco sobre ele anteriormente, mas apenas para reforçar, é um mercado praticamente escasso, mas é um problema estrutural, não há um ou outro culpado, a estrutura de como a cena se desenvolveu até hoje, unido ao fato de não haver interesse da grande mídia e mercado fonográfico, faz com que o caminho seja árduo, maçante e na grande maioria das vezes, injusto. Acho que se houvesse mais oportunidades e maior receptividade do público, compreendendo que um dia, Iron Maiden, Black Sabbath, Angra entre outros, também começaram em pequenas casas e ao longo de uma carreira foram se estruturando, ou seja, não nasceram gigantes, se tornaram gigantes, e por conta do público que em sua época os apoiou, as coisas seriam mais prosperas, e acho que é importantíssimo que a cena se renove, pois caso contrário, o pouco que se tem, irá acabar.




ESTÁ SATISFEITO COM O TRABALHO QUE DESENVOLVEU? 
Sei que há muito a explorar, trabalhar, evoluir e desenvolver, mas foi um EP de muita entrega, suor e dedicação até o momento de lançar e mostrar às pessoas, estou feliz com o resultado, todo produzido de maneira independente e por mim mesmo, aquela história de colocar a mão na massa, foi pra valer nesse disco, mas sempre penso no próximo e no que eu posso fazer para que seja melhor. E pensando nisso, já estou compondo as músicas, escolhendo as temáticas que desta vez não será conceitual, abordarei temas mais modernos, coisas do cotidiano, e seguirei majoritariamente compondo em português, mas irei colocar duas ou três músicas em inglês no próximo disco, pois a sonoridade, principalmente da voz, muda bastante, em inglês é mais fácil explorar as notas agudas, pois a fonética permite, e tendo o Andre Matos como maior influência vocal, é claro que quero soltar meus agudos também rsrs. 




POR QUE A ESCOLHA DO NOME DO DISCO, DE ONDE SURGIU A IDEIA? 
O EP se chama Tupã – Terra Nova, a ideia, caso fosse uma banda, era se chamar Tupã, e o álbum “Terra Nova”, pois abordei casos do início da nossa história, falando sobre o descobrimento, imposição da religião aos nativos, escravidão e independência, fugindo desses tópicos, tem apenas “Espelho D’água”, que se trata do folclore, Iara, mãe d’água. Sendo assim, “Terra Nova”, vem de encontro aos temas abordados, mas principalmente, a questão do descobrimento, alinhado `’ minha “Terra Nova”, que seria esse novo caminho que eu estava por trilhar, Heavy Metal em português e de maneira solo. E então, acabou ficando Tupã – Terra Nova by Kaká Campolongo (sem ser prepotente).




CLARO A MAIS IMPORTANTE A MENSAGEM PARA AS FÃS: 
Mensagem para fãs?! Bem, só posso agradecer imensamente por todo o apoio que tem me dado, cada mensagem de incentivo, elogio, foto que pedem, quando vão às apresentações, cada um desses gestos conta muito, e são muito importantes, então, só tenho a agradecer e dizer MUITO OBRIGADO!!! Vocês são demais!!!! E para quem quer acompanhar meu trabalho, pode me encontrar nas diversas redes sociais, plataformas de Streaming, basta procurar como Kaká Campolongo, e eventualmente por aí!!! Até mais!!!  - Kaká Campolongo 


REDES SOCIAIS - COMO CONTATA-LO

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E também no Spotify, Deezer, Apple Music e demais plataformas de Streaming: Kaká Campolongo


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domingo, 20 de outubro de 2019

NIRVANA COVER BRASIL – NIRVANA COVER



O Nirvana Cover Brasil surgiu em meados de 2012 com o objetivo de recriar a atmosfera da cena grunge dos anos 90. As apresentações buscam satisfazer tanto o público que em 94 estava no auge da adolescência, acompanhando o sucesso do Nirvana na MTV, quanto o público mais novo que em meio a dezenas de tendências musicais de hoje, não foram expostos ao impacto que o Nirvana tinha na época. 

Com um repertório que abrange toda a carreira do Nirvana, e com B-sides para nenhum fã exigente botar defeito, a banda também possui figurinos e instrumentos musicais idênticos aos usados pelo Nirvana, o que contribui ainda mais na fidelidade sonora.

O Nirvana Cover Brasil conta com:

Mario Leinfelder (Kurt Cobain)

Vocais e Guitarra

Cristian Santos (Krist Novoselic)

contrabaixo

Heitor Sena (Dave Grohl)

Bateria e Vocais

Nesses 7 anos de estrada, a banda tem uma agenda que contabiliza passagens por mais de 10 estados brasileiros, e America Latina, entre programas de rádio (89 FM e Kiss FM de São Paulo) e televisão (MTV e SBT), além de ter para o currículo em 2015 o primeiro lugar no concurso de bandas cover do MIS (Museu de Imagem e Som de São Paulo), avaliados pelo jornalista e ex-VJ da MTV Edgard Piccoli e o apresentador e também ex-VJ da MTV, Luis Thunderbird.

Para 2019 o Nirvana Cover Brasil está preparando dois shows temáticos: o primeiro é um show comemorativo dos 25 anos do lançamento do show Live Loud, da turnê do album "Ïn Utero”, de 94, e a recriação do show acústico feito pela MTV, também com 25 anos de seu lançamento. Para a formação do show acústico contamos com a participação de Marcus Mendes no segundo violão.


PRÊMIOS 

Primeiro Lugar no Concurso de Bandas Cover do MIS (Museu de Imagem e Som de São Paulo), em 2015. 

INFLUÊNCIAS 

Anos 90, Grunge, Seattle, Nirvana


CONTATOS


TELEFONE: (11) 99812-8155


ALGUNS VIDEOS